No
dia 16 de janeiro de 1958, um evento ufológico de grande importância
ocorreria próximo da ilha de Trindade. A de um navio de Guerra da
Marinha do Brasil, estava o fotógrafo profissional Almiro Baraúna.
Por volta do meio-dia, um objeto que se aproximava despertou a atenção da tripulação que, por sua vez, chamou Baraúna. Este, relatou o que observou: um objeto muito brilhante que foi se aproximando e que por alguns instantes ficou estacionário sobre a ilha, para depois desaparecer em grande velocidade no horizonte, deixando um risco branco no céu.
Baraúna
tirou um total de 6 fotos, das quais 4 mostravam bem o objeto. O
comandante do navio, Capitão Bacellar, ordenou que o filme fosse
imediatamente levado para a câmara escura do navio, para que fosse
revelado. A Marinha classificou os filmes como autênticos e
posteriormente, o presidente da república, Sr. Juscelino Kubitschek
liberou os filmes para a imprensa, com o reconhecimento oficial do UFO.
O
objeto registrado, em forma de planeta Saturno, veio do mar, sobrevoou a
ilha, passou sobre a ponta da Crista do Galo e depois sobre o monte
Desejo, e escondeu-se atrás de um morro. Mas reapareceu novamente do
outro lado, retornou para o mar, parou e em seguida disparou em
altíssima velocidade, como se fosse um foguete.
Era
completamente silencioso. O fato não durou mais que 14 segundos, mas 48
testemunhas observaram tudo o que aconteceu, perplexas, e entre elas
marinheiros, sargentos e oficiais. Como civis, estavam no navio
advogado, capitão da reserva da FAB, industrial, diretor de um Aeroclube
carioca, e um professor de geologia. Todos eram da equipe do Clube de
Caça Submarina de Icaraí, em Niterói (RJ).
O
negativos e fotos foram exaustivamente analisados pelo Laboratório de
Reconhecimento Aéreo da Marinha e pelo Serviço Aerofotogramétrico
Cruzeiro do Sul. Todo o material foi considerado absolutamente genuíno e
produto de uma ocorrência real, contando com o testemunho de militares
experimentados e profissionais idôneos.
A evidência fotográfica foi repercutida no Jornal Correio da Manhã do dia 21 de fevereiro daquele ano. Quatro dias depois, a agência de notícias internacionais United Press tratou do caso afirmando que o Ministério da Marinha do Brasil confirmava a autenticidade das fotos de um UFO e, por conseguinte, da existência de UFOs.
Até hoje, pela confirmação das testemunhas e pelo reconhecimento oficial, as fotos de Almiro Baraúna continuam sendo uma das melhores evidências da existência de objetos voadores não identificados.
Por volta do meio-dia, um objeto que se aproximava despertou a atenção da tripulação que, por sua vez, chamou Baraúna. Este, relatou o que observou: um objeto muito brilhante que foi se aproximando e que por alguns instantes ficou estacionário sobre a ilha, para depois desaparecer em grande velocidade no horizonte, deixando um risco branco no céu.
Baraúna
tirou um total de 6 fotos, das quais 4 mostravam bem o objeto. O
comandante do navio, Capitão Bacellar, ordenou que o filme fosse
imediatamente levado para a câmara escura do navio, para que fosse
revelado. A Marinha classificou os filmes como autênticos e
posteriormente, o presidente da república, Sr. Juscelino Kubitschek
liberou os filmes para a imprensa, com o reconhecimento oficial do UFO.
O
objeto registrado, em forma de planeta Saturno, veio do mar, sobrevoou a
ilha, passou sobre a ponta da Crista do Galo e depois sobre o monte
Desejo, e escondeu-se atrás de um morro. Mas reapareceu novamente do
outro lado, retornou para o mar, parou e em seguida disparou em
altíssima velocidade, como se fosse um foguete.
Era
completamente silencioso. O fato não durou mais que 14 segundos, mas 48
testemunhas observaram tudo o que aconteceu, perplexas, e entre elas
marinheiros, sargentos e oficiais. Como civis, estavam no navio
advogado, capitão da reserva da FAB, industrial, diretor de um Aeroclube
carioca, e um professor de geologia. Todos eram da equipe do Clube de
Caça Submarina de Icaraí, em Niterói (RJ).
O
negativos e fotos foram exaustivamente analisados pelo Laboratório de
Reconhecimento Aéreo da Marinha e pelo Serviço Aerofotogramétrico
Cruzeiro do Sul. Todo o material foi considerado absolutamente genuíno e
produto de uma ocorrência real, contando com o testemunho de militares
experimentados e profissionais idôneos.A evidência fotográfica foi repercutida no Jornal Correio da Manhã do dia 21 de fevereiro daquele ano. Quatro dias depois, a agência de notícias internacionais United Press tratou do caso afirmando que o Ministério da Marinha do Brasil confirmava a autenticidade das fotos de um UFO e, por conseguinte, da existência de UFOs.
Até hoje, pela confirmação das testemunhas e pelo reconhecimento oficial, as fotos de Almiro Baraúna continuam sendo uma das melhores evidências da existência de objetos voadores não identificados.